Finalmente terminei o Osho e comecei outro livro! ufa... Adoro dias de livros novos... primeiro encosto o último, depois olho para a prateleira e começo a "namorar" os outros, humm qual é que eu vou ler (sim, na minha prateleira restam alguns novos para poder ter sempre novidades quando acabo de ler um, se não temos visita obrigatória à livraria), depois olho para o meu preferido que já está guardado há alguns meses (é verdade, a minha escritora preferida edita mais ou menos 1 livro por ano, e eu tenho pena de os ler! ok, eu sei que não sou normal...) e pergunto-me se será agora? ainda não... Assim, olho para outros e ontem foi este que me calhou, leio a contra-capa e faço o teste: prende-me ou não? Ontem, estas palavras prenderam-me:
"Existe uma lenda acerca de um pássaro que só canta uma vez na vida, com mais sauvidade que qualquer outra criatura sobre e Terra. A partir do momento em que deixa o ninho, começa a procurar um espinheiro, e só descansa quando o encontra. Depois, cantando entre os galhos selvagens, empala-se no acúleo mais agudo e comprido. E, morrendo, sublima a própria agonia e solta um canto mais belo que o da cotovia e o do rouxinol. Um canto superlativo, cujo preço é a existência..."
E aqui vou eu para mais uma aventura...

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