Tudo isto se passa quando me aproximo de uma passadeira e a personagem em causa, um idoso na casa dos 63/64 que se encontra junto à passagem de peões a fazer gestos de que quer passar, mas quando eu me aproximo e lhe dou passagem já não quer. Então aceno e digo passe, e ele diz não passe você, e eu não passe você, e ele não ….…… se eu quisesse podia ficar naquele jogo do adivinhe quem está a fazer a figura mais parva 10 minutos, até que eu passo e lhe chamo um nome carinhoso. Para meu espanto quase sempre pelo retrovisor e aí aquele car…., atravessa a estrada, só me apetece fazer marcha atrás, mas não, sigo tranquilo porque não sei se um dia vou ficar com essa “doença”, do passa, não passa tu porque és mais novo.
5 comentários:
Demais.. HEHE! E há aqueles que ainda estão na fase dos sintomas da doença "passa, não passa, passa", sintomas estes que se manifestam pela ameaça do "pézinho na passadeira, pézinho no passeio" e nós no "paro, não paro, acelero, paro".
Beijinhos ;)
Estamos perante um caso sério...
E eu que vou ao lado destes benditos condutores tenho que levar com os nomes carinhosos no ouvido!!! Não há direito :P
E ainda há aqueles que têm uma enxada aos ombros...e no passa que não passa vão-se virando e a dita enxada quase bate no carro ...
Mal por mal..olha eu prefiro esses passa, não passa, passa...do que aqueles que saiem de becos de bicicleta sem olhar se vem alguém..e ...travas a fundo e eles seguem como se nada fosse...ainda ficas escassos segundos com arritmia e eles descansados da vida.....mas lá que irrita ,irrita ,o passe , não passe primeiro...:D
beijinhos
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